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Grounding Break, das experiências de vida para o dia-a-dia, como as integrar.

Das experiências que nos marcam, boas e más notícias!

Ao longo da nossa vida temos sempre experiências que nos marcam, ora positivamente ora negativamente, e hoje quero focar-me nestas que nos marcam de forma positiva, que nos inspiram, motivam, orientam, movem e muito mais!

Acabei de sair de uma experiência dessas, e estou agora naquela fase de “rebound”, do choque do retorno para a “vida normal”, hormonalmente existe um grande impacto depois da descarga de diferentes hormonas e neurotransmissores como endorfina, dopamina, serotonina e ocitocina durante a experiência, e depois sente-se no fundo uma ressaca, e parece que um sentimento de desconsolo se apodera do corpo, completa falta de energia, e de constatação
que a vida real é demasiado distante e desconectada da experiência que antes me fez sentir tão viva e feliz!

A boa notícia é que esta fase é normal, é a química do nosso corpo e mente a retomar a normalidade. E a outra boa notícia é que é possível trazer para o dia a dia elementos dessa experiência e nutrir a nossa alma, mente e corpo, para que essas emoções e estados de ser possam ser mais sustentáveis e fazer parte das nossas vidas. No fundo, é integrar as aprendizagens dessa experiência na nossa vida.

A má notícia é que é demasiado fácil deixarmo-nos “engolir” pela rotina do nosso dia-a-dia e “esquecer” todas essas aprendizagens, e às vezes o que fica é uma memória que nos faz sorrir dessa mesma experiência, e ao mesmo tempo um sorriso acompanhado de alguma culpa, frustração, desilusão por não ter sido capaz de cumprir com aquelas promessas que fiz a mim mesma como 

“vou começar a meditar todos os dias”, 

“yoga vai fazer parte da minha vida”, 

“vou começar a cuidar mais de mim”, 

“vou mudar a minha dieta”, 

“vou tirar mais tempo para mim”, 

“vou fazer mais pausas e respeitar o tempo de repouso que o meu corpo precisa”, 

“todos os dias vou fazer práticas de respiração consciente”, 

“vou dançar mais”, 

“vou desligar-me mais das redes sociais”, 

etc, enfim, um sem número de promessas que não vou conseguir cumprir, e vou alimentar-me da expectativa da próxima experiência que me vai trazer outra vez próxima de mim…


E isto transforma-se num hábito, renovável, em função desta recompensa provocada por uma experiência externa, que depois não sou capaz de integrar, e fazer dela uma experiência interna como parte dos meus recursos internos que facilitam a minha vivência humana. Ficamos viciados em “experiências”…

Na verdade, não precisamos nada disto para “curar”. Se deixarmos espaço, tempo e silêncio a cura acontece! Deixo-vos com este pensamento e vamos continuar, irei retornar a ele mais tarde.

Se eu não permitir integração do que aprendi em determinada experiência fica o vazio, e vou em busca de nova experiência para me preencher, e "aprendo" que para me sentir completo preciso desse estímulo externo. Não precisa de ser assim!

A minha Experiência no BOOM

A minha experiência em particular foi participar no festival Boom. Para quem conhece e já participou, sabe que é uma experiência muito intensa, e é absolutamente impossível sair indiferente daquela realidade. 

Não é apenas um festival de música Trance, é como viajar para um novo planeta, onde tolerância, está de mãos dadas com comunidade, amor, natureza e arte. E com toda a bagagem que vem do facto de mais de 40000 pessoas se unirem para que esta experiência aconteça, seja participantes (39.000) e toda a equipa que trabalhou de forma presente e incansável! 

Fui a trabalhar, já pela segunda vez, e voltarei para uma terceira, e desta vez, para além de todos os estímulos externos, tive a “bênção” de partilhar o meu espaço com um belíssimo TPM (tensão pré menstrual) e menstruação, que me revelou aspectos de mim mesma num estado muito consciente. 

E quando falo aqui de estímulos externos, não falo de consumo de quaisquer substâncias alucinogénias ou outras drogas (deixem-me aproveitar para desfazer um mito, sim, é possível estar presente no Boom e não consumir nada a não ser água, muita água e muita comida deliciosa!). 

O meu próprio corpo levou-me para uma “trip” daquelas e gerir não foi necessariamente fácil, principalmente quando tinha que trabalhar 8 horas por dia (fui fazer parte da equipa de terapeutas, a partilhar as minhas massagens Soulbodywork, que foi um absoluto sucesso, marcações sempre esgotadas e com “fila de espera”!) mas mais uma vez ensinou-me tanto acerca de mim mesma, da sociedade, daquilo que quero para mim, daquilo que preciso para mim e daquilo que não quero e não preciso! 

E de aceitar o meu valor e o impacto positivo que posso ter na vida de outras pessoas, e é tão difícil por vezes ver o nosso próprio valor por trás de tantos filtros através dos quais nós próprios nos observamos. E eu me observo! 

Neste contexto caiem todas as máscaras, fiquei a nu, muitas vezes literalmente (o que é tão libertador!), os próprios filtros ficam visíveis, mas é preciso querer ver, de forma consciente e intencional! Isto trás muito ao de cima, o inconsciente para o consciente. Aconselharam-me inclusive cogumelos, mas eu disse que já os tinha consumido no Teryaki ao almoço. 

À parte: Sobre este tema falarei em breve. Deixo apenas uma nota, de que quanto mais me encontro nestes contextos de ambientes que proporcionam e incentivam o consumo de estupefacientes e psicotrópicos (atenção que é importante também notar que “podem” ser “medicina” em determinados contextos e circunstâncias), mais distância pretendo dessas mesmas substâncias, mesmo que na forma de “medicina”. Mas opiniões são sempre formadas com base em filtros e vivencias, não me vou afirmar completamente contra, pois a vida também já me ensinou a não apegar ou sequer identificar a determinadas posições ou opiniões.

Discernir a multiplicidade de estimulos exteriores e gatilhos e como nos impactam, começa por aqui!

Como colocar em prática os ensinamentos das nossas experiências no dia-a-dia?

Mas agora é colocar tudo isso em prática! Pois a vida já me ensinou que se eu não fizer isso, a tal
má noticia que anunciei acima vai acontecer. 

E atenção que esta é a minha experiência, pois eu já fui uma buscadora de experiências externas como recompensa para estados de ser de incompletude, tristeza, solidão, insatisfação, ausência de amor próprio, etc. 

Cada um de voz que me lê terá outra experiência, que eu aliás te convido a partilhar comigo, pois aprendemos tanto uns com os outros! 

Então eu quero trazer o Boom para o meu dia a dia! É isso!

Outras experiências de vida que possam ser marcantes serão por exemplo:

  • retiros de yoga ou meditação, 
  • cerimónias e rituais, 
  • danças êxtase, 
  • caminhadas da natureza, 
  • momentos de solitude, 
  • fazer amor de forma presente, 
  • uma formação num tema alinhado com o nosso coração, 
  • uma viagem a uma cultura distinta e inspiradora, 

enfim, um sem número de experiências capazes de nos transformar.

Mas se estas experiências nos são tão enriquecedoras, porque será que depois é tão difícil continuar na mesma vibração?

Por vezes o seu impacto é arrebatador, e funciona como um gatilho impossível de ignorar para transformações profundas na vida. Contudo é muito importante notar que estas experiências normalmente acontecem num contentor reservado e criado especialmente para acolher uma energia e vibração especialmente alinhada com determinada intenção, e que se as procuramos ou vêm ter connosco é porque existe algo em nós que nos move para essa direcção. E nem
sempre é possível recriar esse contentor no dia-a-dia.

Uma das coisas que eu trago comigo sempre que vou a um retiro, é “vou começar a acordar mais cedo”, pois naquele contentor consigo acordar cedo sem qualquer esforço, mas também porque todo o ambiente é preciosamente cuidado para que isso seja natural para o meu corpomente. No dia-a-dia não vivo sempre em modo de retiro. Quem vive né?

E o que é costume fazer mesmo assim? Criar expectativas pouco reais face à minha própria realidade e querer impor-me mudanças demasiado drásticas e rápidas face ao meu ritmo natural, quase como que forçando algo para o qual ainda não estou preparada.

Muitas das expectativas surreiais a que nos propusemos são resultantes da comparação, mas a minha e a tua história são diferentes, duas realidades e perspectivas diferentes, e o que eu vejo por fora dificilmente vai corresponder aos substracto interior, logo eu nunca posso ou devo criar para mim expectativas em função de outra realidade que não a minha. Resultado: Sofrimento.

Com Microdoses!

Então ouvi algo que me chamou a atenção recentemente, e até li porque pensei que seria em relação a algo diferente, o que estranhei vindo daquela pessoa. Foi sobre o conceito de micro-dose! 

Ou seja, começar a implementar micro alterações na vida mas impactantes o suficiente para que a transformação verdadeiramente aconteça e de forma sustentável. Isso ajuda a construir capacidade de resiliência, pois fortalece-nos ao invés de remar contra uma maré demasiado forte, que apenas nos cansa e limita.

Enfim, foi algo que me surgiu, pois tem sido característico na minha vida, esta vontade avassaladora de mudança, mas quando paro para observar e reconhecer as minhas experiências e assumir a responsabilidade por estas, a transformação real aconteceu quando houve um trabalho de persistência e consistência equilibrado e intencional, movido por uma força interna alinhada com o meu coração e de enraizamento, e não por uma força explosiva, que rapidamente me consome toda a energia.

Mas isto sou eu!

Convido-te a ler este Blog em que partilho acerca da experiência no Boom em 2022!

E como funciona?

Microdosear a experiência em pequenas experiências. 

Não exigir de mim mesma começar todos os dias a acordar mais cedo, ou a praticar yoga todos os dias, ou a meditar todos os dias, or mudar repentinamente a dieta de um dia para ou outro, ou ler todos os dias, ou fazer musculação todos os dias, ou caminhadas longas de 20km, exigindo de mim transformações, que sim, eu sei que são importantes e que preciso delas, mas para as quais ainda não estou preparada. 

O truque é, sem esperar ter que estar preparada, porque sabes, na verdade nunca vamos estar preparados!, mas trabalhar nessa preparação com pequenas transformações diárias que passam a ser parte integrante de mim mesma, sem que isso seja um “choque” para o sistema nervoso (que entra em processo de defesa e responde em stress e medo).

Tal como, 

  • escolher dois dias por semana para acordar um pouco mais cedo, deitando também mais cedo nas noites anteriores, 
  • escolher dois dias por semana num horário que me serve para praticar yoga, 
  • fazer duas caminhadas por mês de cerca de 5 km, acrescentando alguns quilómetros de mês para mês, 
  • programar a utilização das redes sociais para determinadas horas do dia, e reduzindo um pouco de mês para mês, 
  • escolhendo criteriosamente  quem “sigo”, 
  • implementar pequenas micro pausas de enraizamento durante o dia de trabalho, para não sentir ansiedade “por parar”, 
  • escolher um dia por semana para escrever um pouco acerca dessa mesma semana, 
  • começar por eliminar da minha dieta aquilo que eu sei que me faz mal, e começar gentilmente a introduzir outros elementos que o meu corpo, 
  • introduzir treino de musculação 2 vezes por semana num horário adequado à minha energia… 

e tantas outras formas de microdosear alterações no nosso dia-a-dia, contudo com dedicação e empenho. 

Assim é possível trabalhar o autoconhecimento, permitir-me avaliar melhor o impacto dessas alterações, viver com mais atenção e presença, o sistema nervoso vai sentir-se mais seguro e a transformação acontece! 

Na minha opinião penso que assim resulta melhor, do que autoimpor-me alterações disruptivas. 

Sabem por exemplo aqueles desafios de 21 dias, não sou necessariamente fan destes, a não ser que por exemplo sejam guiados de forma balanceada e me deixem espaço para respirar, ou seja, a possibilidade de parar, observar e sentir o que está alinhado comigo a determinado dia, sem claro, cair na inércia ou apatia. 

Tudo partindo de um ponto de partida de tomada de consciência. O que é que eu preciso e está alinhado comigo a cada momento? 

isto é Yoga, fora do tapete!

E claro que isto depende de cada um de nós, somos todos tão diferentes, aquilo que resulta comigo pode não resultar com meio mundo, gosto desta abordagem não dogmática que de forma aberta e inclusiva permite chegar àquilo que potencia a minha transformação e cura. 

Sem querer apressar a própria transformação e cura, não são coisas passíveis de se impor or exigir. E como referi anteriormente, aquilo que muitos de nós chama de cura, é precisamente esta conciliação com o nosso ritmo natural, que é tão único e especial, quando eu me forço a uma “medicina” que não me serve, não há cura possível, pois estou a interferir com processos naturais de equilíbrio e homeostase. 

Muitas das vezes o nosso corpomente só precisa deste tempo e espaço para se reconciliar consigo mesmo. 

Cliché, o caminho faz-se caminhando, mesmo que aos tropeções, mas se estiveres presente a cada passo, criando estabilidade e segurança que se consegue pela observação e atenção plena, vais abrir espaço para que o melhor caminho a cada momento te encontre a ti!

Reflexões importantes a fazer para encontrar um melhor caminho

Assim, como é que eu penso conseguir trazer um pouco do Boom para a minha vivência diária?

Este é um exercício de reflexão que também podes fazer, seja em que experiência for.

Primeiro faço algumas questões:

  • O que eu observei em mim durante a experiência?
  • Que gatilhos provocaram quais reações?
  • Que sombras surgiram nessas reacções?
  • Que qualidades já não me servem?
  • Que tantas outras qualidades positivas e impactantes observei em mim?
  • Que actividades mais impactaram tanto na consciencialização dessas sombras, como dessas qualidades positivas e impactantes?
  • É possível as trazer para o meu dia-a-dia? Como posso fazê-lo? Como as posso microdosear e integrar?
  • Que transformações espero que aconteçam? Que caminho preciso trilhar e dedicar para que se manifestem?

E possivelmente muitas outras questões que ajudem na reflexão de autoconhecimento, consciente portanto, de que qualquer transformação já começou quando de propões a esta experiência alinhada contigo mesmo!

Também é importante referir um outro valor, o desapego do resultados das acções, isso afasta-nos do momento presente. Claro que é fundamental saber para onde nos orientamos, mas manter o foco no passo a passo, pois o resultado posso ser manifestamente diferente do que idealizamos mas ser precisamente aquilo que precisamos!

E a seguir procuro implementar essas microacções, como se fosse um laboratório, experimentando, observando, avaliando, desfrutando, libertando e transformando sempre que necessário. Com o discernimento fundamental para conseguir distinguir preguiça, procrastinação, apatia, inércia, medos, e muitas outras emoções que me vão surgir no caminho que me vão mostrando outros caminhos que não o meu e o teu.

Trazemos sempre tanto da nossa vida, e é isso que transparece nos olhos, palavras, gestos, coração, e se surgirmos na vida vulneráveis e autênticos temos o poder de mover mundos, em que outros seres à nossa volta descobrem o poder de eles também serem eles próprios. Sem medo de mostrar o teu sorriso, cansaço, lágrimas e muita "lazeira" na pele 😉 ! Somos no fundo todos AMOR nas mais diversas formas!

Coisas que eu trouxe do Boom e que quero para a minha vida, e que sinto que são transversais a muitos de nós!

Deste Boom, trouxe essencialmente três coisas, auto-valorização, o conceito de grounding break, e aprender a navegar pelas emoções e reconhecer com autenticidade quando estou a ter comportamentos alinhados com padrões autodestrutivos.

Da auto-valorização reconheço o impacto tão positivo que um sorriso sincero e autêntico tem na vida de outrem, é capaz de mudar o mundo! 

Como vou microdosear este estado de ser?

 Acreditando no valor da minha presença no mundo, e cultivando essa presença de formas alinhadas com o meu coração, como escrever este blog gigante, completamente fora das regras do marketing mas totalmente alinhado com o meu sentir neste momento.

Não me deixar ir na onda de que a positividade é tóxica e esconder o meu optimismo quase que com receio de ofender alguém, santa paciência, quando me vejo a fazer isso, entro numa espiral de comiseração incrível, que não me serve de todo! Ser positivo e optimista tem para tudo a ver com ser capaz de observar a realidade com criatividade, coragem e coração, mesmo em momentos complexos, e perante emoções difíceis, pois tudo faz parte da complexa alma humana. Mesmo que alguns de vós tenha uma opinião diferente, está tudo certo! Existe espaço para todos nós e uma multiplicidade enriquecedora de visões sobre a vida, o que é maravilhoso!

Do conceito de grounding break, ou pausa de aterramento, trago o reconhecimento da necessidade de incluir as tais micropausas de enraizamento para me libertar do assoberbamento, tanto do “ter que fazer” como do “ter que parar”. Simples? Vamos ver! Para já estou a procurar que essas pausas sejam reais, curtas e o mais próximo possível da terra ou do chão! Em silêncio. São pausas que propiciam igualmente momentos de observação e reflexão, que me ajudam a retomar um sentido de alinhamento profundo comigo mesma.

E os bem-ditos padrões que surgem para me mostrar que, “ai Fátima ainda tens muita coisa para trabalhar”, e isto leva-me para o básico, o fundamental, aquela prática que me traz ao aqui e agora, daquilo que é simples e eu sei que resulta, e que quando não está presente, abre espaço para o caminho de padrões comportamentais que já não me servem. Yoga, yoga e mais yoga, todos os dias? Não necessariamente, o meu corpo não acha muita piada. Mas a presença no meu tapete de forma dedicada, presente e atenta cerca de duas vezes por semana, por mim, para mim faz-me toda a diferença, e isso não tem estado totalmente presente, e o equilíbrio que tanto procuro estimular perde-se. Para mim este é um trabalho diário, da consciência do meu trabalho interior e que precisa de todos estes aspectos para manter a serenidade e resiliência.

Trouxe outras coisinhas do Boom, mas talvez estas três sejam aquelas que mais estejam hoje presentes e em que te escrevo. E também uma dor de pernas que vou te contar LOL

No fundo, estas experiências não trazem nada de novo, apenas nos recordam da nossa natureza. É a consciência de mim mesma que me abre para a consciência universal, para o sentido de união, de amor e compaixão, e a cura, é aqui que acontece!

Obrigada por me leres e me permitires partilhar-me contigo!

Não fiques por aqui!

E como é que desta partilha te posso inspirar a descobrir uma prática que te ajude nesse encontro contigo mesmo? Como sabes, eu ensino Yoga, Online e em Portimão, para além de ser terapeuta corporal, por isso gostaria de te convidar a conhecer melhor o meu trabalho. 

Para isso podes consultar aqui neste link, em Recursos Gratuitos, uma série de práticas, ebooks e blogs para que neste Verão “te encontres” da melhor forma. E a partir de Setembro o derradeiro convite para integrares na nova turma de aulas de Yoga Online, para a semana partilharei mais informações na Newslettter (que podes subscrever abaixo ou neste link) e abrir a lista de espera!

 

Um grande grande abraço com muita muita alegria!!

Fátima Fernandes

Yoga & Soulbodywork

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Fátima Fernandes

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